Pelo menos 17 pessoas foram atropeladas na madrugada de terça-feira (21) no centro do balneário de Quintão, no Rio Grande do Sul por um jovem, de 18 anos, identificado como Gilberto Luiz Pelizzer Junior.
Conforme testemunhas, o caso ocorreu por volta das 3h, quando um jovem queria transitar com um EcoSport pela avenida Sparta, e não conseguia porque a mesma estava fechada em função do carnaval na rua que acontecia no Quintão e acabou atropelando os foliões.
Das dezessete pessoas feridas, duas ficaram gravemente machucadas e foram levados para os prontos-socorros de Osório e Tramandaí. De acordo com o jornal Zero Hora, o motorista só parou quando o corpo de uma jovem o impediu de prosseguir.
Uma adolescente, de 15 anos, foi transferida para o Hospital de Pronto Socorro, em Porto Alegre. Na delegacia, o rapaz que foi detido em uma residência, alegou legítima defesa. Ele disse que pessoas batiam em seu carro e para escapar saiu dirigindo assustado.
O veículo e a carteira de habilitação foram apreendidos, mas o condutor foi liberado. A polícia vai instaurar inquérito para investigar o caso. Exames clínicos realizados no jovem mostraram que ele não estava alcoolizado durante o atropelamento.
Veja abaixo a lista de vítimas:
Hospital de Tramandaí
— Bianca Ribeiro da Costa, 15 anos, estado grave.
Hospital de Osório
— Carine Souza da Silva, de 22 anos
— Alice Antônia Muniz, de 17 anos
— Luana Padilha Figueiredo, 15 anos
— Karolin Silva Bárbara, 19 anos
— Caison Fernando Rosa Goularte, 13 anos
— Katerlin Niederauer Bertolini, 13 anos
— Alexsandro Silva da Silva, 35 anos
Liberados
— Emily Tamires, 22 anos
— Vinicius Kissler, 19 anos
— Richard Niederauer, 16 anos
— Aldemir Campina Dias, 31anos
— Cristiano Lopes da Silva, 25 anos
— Allan Artênio Rinaldi, 16 anos
— Sérgio Marques, 26 anos
— Micael Augusto Correia 17 anos
— Rosa Goularte, 13 anos
Há um ano homem atropelou 15 na capital
Há um ano o bancário Ricardo Neis atropelou um grupo de ciclistas em Porto Alegre e deixou 15 feridos ao arrancar também contra a multidão. A alegação foi parecida com de Gilberto Pelizzer, ele alegou que alegou que os integrantes do movimento começaram a bater no carro e ele se sentiu ameaçado.